Mais um post resgatado, este de 18 de julho de 2009. Sim, sei que as palavras dele parecem muito “atrasadas” hoje, mas eu adorei a poesia e acho que merecia ser republicada, novamente em homenagem a minha própria putinha.
A Putinha do…
[...] vi uma poesia no Pequenos Delitos que gostei. Me chamou a atenção o fato de me lembrar tanto de minha própria amada… Resolvi compartilhar com vocês (e claro, em homenagem a minha própria putinha):
A Putinha do Pancho
Essa é a minha putinha,
uma mulher incomum.
Parece delicada e comportadinha
mas quando vê meu cacete
vira a deusa-puta dos meus sonhos.
Faz coisas que ninguém compreende,
pede tapa na cara, na bunda,
pede pra apanhar
-me bate, me usa!
-mais forte, MAIS FORTE!
…
Grita como se suas pernas queimassem de verdade.
Pede pra ser chamada de puta, vadia, cadela
e então diz que está bom… e se mexe descontroladamente
-isso, faz assim! adoro quando tu faz assim! – Pancho
Eu tento… deixo ela vermelha, às vezes roxa.
Bato com chicote… faço dela minha escrava…
A fiz sangrar em uma ocasião
Mas é insaciável, incontrolável.
E aí pega o meu pau e coloca na boca
Move as mãozinhas e a cabeça
Como eu jamais imaginaria alguém fazer.
E fica repetindo: “me dá na boquinha! me dá na boquinha!”
louca pelo meu mingau
como se eu fosse esquecer
de gozar naquela carinha linda.
Depois engole tudo com a destreza e a experiência
de quem muito já se engasgou
porque o tesão que essa putinha me dá
me faz gozar como um cavalo bravo
e o coice é tão forte
que eu não me aguento e caio duro
…
até ela me chupar denovo
Confira o post no PD (com fotos da musa do Pancho como bônus).